sábado, 24 de janeiro de 2015

O MEU POEMA DA LIBERDADE

Eu já só odeio o próprio ódio
Pelo horror de que se alimenta.
Eu já não quero falar de nações
E muito menos de nacionalismos.
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Matar…
Torturar….
Violentar a vontade soberana de outrém
Seja humano ou animal
À sua própria vida
É crime em qualquer lugar
Aqui ou no fim do mundo!
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Eu sei que não sou a única
Pois já vi muitos como eu
Seres humanos pensantes
Que cultivam a empatia.
-
Contra o ódio e a crueldade
Seja de que espécie for
Marchemos amigos
Marchemos
Em direcção à Victória
O nosso estado ideal!
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E para quem não entender
O que isto significa
Direi apenas que trata
De pura física e química.
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Miss Helen - Lilith - Helena Marques
25 de Janeiro de 2015

Oeiras

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